O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) afirmou nesta 2ª feira (26.jan.2026) que o rompimento do reservatório da Vale será discutido na Comissão Externa de Fiscalização dos Rompimentos de Barragens e Repactuação quando o Congresso Nacional retomar os trabalhos em fevereiro. O vazamento de água com sedimentos na mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG), liberou mais de 220 mil metros cúbicos de material na madrugada de domingo (25.jan).
A Vale disse que o vazamento foi em uma cava da mina, sem relação com barragens, e não causou impacto a comunidades próximas. O material atingiu áreas da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), que afirmou manter suas estruturas de contenção operando normalmente, apesar do alagamento de áreas como almoxarifado, oficinas mecânicas, acessos internos e áreas de embarque. Leia a íntegra do comunicado da companhia (PDF – 133 kB).
O Ministério de Minas e Energia determinou à ANM a adoção de medidas para garantir a segurança das comunidades e a proteção ambiental na área afetada. Entre as ações estão a fiscalização das estruturas impactadas e a avaliação de possível interdição da operação. O ministro Alexandre Silveira (PSD) também ordenou a abertura de processo administrativo e pediu que a ANM mantenha o ministério informado. Em nota, o governo disse que acompanhará o caso de forma preventiva.
Uma avaliação preliminar da Vale indica que as fortes chuvas, acima de 100 milímetros, podem ter contribuído. O volume liberado no vazamento, equivalente a aproximadamente 88 piscinas olímpicas, representa um desafio para as equipes que trabalham na contenção e mitigação dos impactos ambientais na região.

Uma teoria científica coloca em xeque algo que consideramos absolutamente certo: as nossas memórias. Segundo a hipótese do Cérebro de Boltzmann, existe uma

