Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
O Iguatemi elegeu a expansão de sua unidade de Brasília como um dos principais projetos de alocação de capital do grupo de shopping centers para 2026, em um investimento de R$ 314,4 milhões.
A ampliação acrescentará 15.500 m² de área locável ao shopping de alto padrão, o equivalente a quase metade do tamanho atual de 35.000 m², e é a maior já realizada no empreendimento inaugurado em 2010.
Segundo Charles Krell, vice-presidente de Operações do Grupo Iguatemi, cerca de 70% das novas lojas previstas já estão contratadas, o que permitirá ao grupo expandir a oferta de marcas e serviços para o mercado consumidor da capital.
“A operação do shopping nos indicava há cerca de um ano e meio que o calçado estava ficando pequeno. Shoppings desse porte levam de 10 a 20 anos para atingir plena maturação. Estamos nesse momento e olhamos para os próximos 15 a 20 anos”, disse o executivo em entrevista à Bloomberg Línea.
⇒ Leia a reportagem: Com investimento de R$ 314 milhões, Iguatemi prepara sua maior expansão em Brasília
Os futuros das ações dos EUA operam em queda nesta terça-feira (17), após ataques do Irã a instalações no Golfo Pérsico impulsionarem uma nova alta nos preços do petróleo.
- Brasil revisa plano climático. O governo brasileiro apresentou nesta segunda-feira (16) uma atualização de seu plano climático, com metas até 2035 e foco no combate ao desmatamento. A estratégia mantém a ênfase na redução das emissões ligadas ao uso da terra e na promessa de zerar o desmatamento até 2030.
- Combustíveis sob pressão. O choque no mercado de petróleo causado pela guerra no Oriente Médio deve impactar mais combustíveis refinados, como diesel e querosene de aviação, do que o fóssil bruto, segundo o Goldman Sachs. O conflito também elevou custos de insumos e atinge regiões dependentes do Golfo Pérsico.
- Cripto desafia mercados. O bitcoin e outras criptomoedas acumulam alta de cerca de 14% desde o início da guerra com o Irã e têm superado ativos tradicionais, com menor volatilidade do que ações, ouro e petróleo. Apesar do impulso, analistas alertam que o movimento pode ser temporário.
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