CPI do INSS recebeu documento com nomes dos congressistas na agenda de Vorcaro, dono do Banco MasterCPI do INSS recebeu documento com nomes dos congressistas na agenda de Vorcaro, dono do Banco Master

Governistas pedem investigação de Flávio e Nikolas

2026/03/17 10:44
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Governistas e aliados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediram nesta 2ª feira (16.mar.2026) pela investigação da aparição dos nomes do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) na lista de contatos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A Folha de S.Paulo revelou nesta 2ª feira (16.mar.2026) que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) recebeu um documento que consta o nome do senador e do deputado federal na lista de Vorcaro, preso por fraudes bilionárias.

Em seu perfil oficial no X, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que o Banco Master poderia ter sido liquidado em 2019, mas teria recebido “flexibilizações sob encomenda”. O congressista afirmou ter protocolado uma representação criminal contra Campos Neto e uma ação no Comitê de Ética da Presidência por omissão.

Segundo Lindbergh, a liquidação só foi realizada em 2025, na gestão de Gabriel Galípolo: “Essa investigação ainda vai atingir em cheio o núcleo bolsonarista. […] O Banco Master poderia ter sido liquidado ainda durante sua gestão [de Campos Neto] no Banco Central, mas isso não aconteceu.”

O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, declarou em seu perfil oficial no X que a presença de Flávio e Nikolas no WhatsApp de Vorcaro “não surpreende ninguém”. Freixo defendeu que o círculo íntimo de aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi financeiramente beneficiado por ações do grupo de Vorcaro, “seja por doação eleitoral direta, seja por uso da aeronave”, e que precisam ser investigadas.

A deputada Erika Kokay (PT-DF), por sua vez, ressaltou em seu perfil oficial no X que o empresário doou R$ 3 milhões à campanha de Bolsonaro e possui relações com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB-DF). Kokay sustenta que os aliados do antigo chefe do Executivo estão no centro de um “escândalo contra o sistema financeiro”.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) questionou a abrangência do caso, perguntando quantos outros representantes do campo político da direita teriam se beneficiado do que classificou como crime financeiro.

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