A PANews reportou a 15 de março que, de acordo com a CoinDesk, as associações brasileiras da indústria cripto e fintech ABcripto, ABFintechs, Abracam, ABToken e Zetta emitiram uma declaração conjunta opondo-se à expansão do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) às transações de stablecoin. Estas associações representam mais de 850 empresas no Brasil.
Estas associações argumentam que incluir transações de stablecoin no sistema fiscal entraria em conflito com o quadro legal atual do Brasil e prejudicaria a indústria cripto do país. Acreditam que a medida poderia violar a Constituição Brasileira e a Lei de Ativos Virtuais aprovada em 2022. Segundo um auditor da Receita Federal do Brasil, o volume mensal de negociação no mercado cripto do Brasil é de aproximadamente 6 mil milhões a 8 mil milhões de dólares, dos quais cerca de 90% são transações de stablecoin.

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