Os acionistas acusam o JPMorgan Chase de ignorar sinais de alerta. O caso foi iniciado a 10 de março de 2026, na Califórnia, num tribunal federal. De acordo com os investidores, o JPMorgan Chase teve transações financeiras que apoiaram um enorme esquema de fraude.
A queixa alega que o suposto esquema transferiu centenas de milhões de dólares através de contas da Goliath Ventures. Segundo os queixosos, havia vários sinais de alerta que se manifestaram durante as transações. Estes sinais de alerta supostamente continham altas entradas de fundos anormais, grandes levantamentos entre contas e padrões de pagamento incomuns.
Apesar destes sinais de alerta, o processo judicial afirma que o banco ainda permitiu que as transações fossem realizadas em referência ao programa de investimento. Os investidores alegam que uma melhor regulamentação teria prevenido ou retardado a fraude a tempo. Os queixosos estão agora a exigir compensação pelas perdas financeiras incorridas associadas ao alegado esquema.
De acordo com profissionais jurídicos, os bancos estão sujeitos a litígios em casos onde os litigantes suspeitam que as instituições financeiras ignoraram os sinais de alerta. No entanto, os tribunais têm de descobrir se o banco de facto não cumpriu os requisitos de monitorização regulamentar.
O diretor executivo da Goliath Ventures, Christopher A. Delgado, foi detido pelas autoridades policiais a 1 de março de 2026. Foi acusado de fraude eletrónica e branqueamento de capitais pelos procuradores. Os investigadores argumentam que a empresa atraiu investidores com rendimentos extremamente elevados em negociação de criptomoedas.
Os lucros mensais foram anunciados pela empresa como sendo de 20 por cento a 50 por cento. Estas são promessas que podem ser usadas como alertas nos mercados financeiros. As autoridades afirmam que o esquema era um típico esquema Ponzi.
Novos investidores fizeram investimentos no programa. Depois, esses depósitos foram usados pelos organizadores para compensar investidores anteriores, apresentando os pagamentos como lucros comerciais. Este modelo dá a ilusão de que há um desempenho bem-sucedido dos investimentos. O esquema, no entanto, colapsa no final quando os novos depósitos se esgotam.
De acordo com os investigadores, mais de 1.000 investidores desde 2022 foram afetados pela fraude. As perdas foram relatadas como sendo cerca de 328 milhões. O caso suscitou sentimentos contraditórios tanto nos círculos financeiros como de criptomoedas.
A ironia da situação foi apontada por alguns comentadores. Outros notaram que executivos do JPMorgan Chase tinham anteriormente criticado as criptomoedas e alertado para fraudes no setor. O banco está agora a ser acusado de processar transações relacionadas com um dos maiores esquemas Ponzi relacionados com criptomoedas dos últimos anos.
Entretanto, os reguladores têm vindo a aumentar a sua busca para combater a fraude financeira. Estatísticas recentes emitidas pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA indicaram que os esquemas Ponzi envolveram perdas de cerca de 3,7 mil milhões apenas nos Estados Unidos em 2025.
O caso legal em curso pode levar vários meses ou até anos a resolver. O caso, no entanto, reflete a crescente sobreposição entre os intervenientes bancários convencionais e o mundo em rápida mudança das criptomoedas.
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