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Petróleo dispara 13% nas primeiras negociações após ataques de Trump ao Irã

2026/03/02 17:42
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Os preços do petróleo dispararam nesta segunda-feira (2) após os ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra o Irã, que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e ampliaram o risco de uma guerra regional no Oriente Médio.

O barril do Brent chegou a subir cerca de 13% na abertura dos mercados asiáticos, sendo negociado próximo de US$ 79 — maior nível desde junho de 2025. Futuros de índices americanos, como S&P 500 e Nasdaq 100, operavam em queda, enquanto o ouro avançava, refletindo movimento clássico de busca por proteção.

Segundo a Reuters e a Associated Press (AP), a ofensiva de Donald Trump foi coordenada após meses de monitoramento conduzido pela CIA em cooperação com os serviços de inteligência israelenses. Informações sobre uma reunião de alto escalão em Teerã levaram à antecipação do ataque, que ocorreu em plena luz do dia — estratégia descrita por analistas como “surpresa tática”.

De acordo com O Globo, jatos israelenses decolaram nas primeiras horas da manhã, enquanto forças americanas miraram infraestrutura militar e de mísseis. Cerca de 30 projéteis atingiram o complexo governamental onde funcionam escritórios ligados à liderança iraniana e ao Conselho de Segurança Nacional.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciaram a morte do aiatolá horas depois; a imprensa oficial iraniana confirmou na sequência.

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A retaliação iraniana elevou imediatamente o risco para o mercado de energia. Petroleiros foram atingidos na região do estreito de Hormuz, segundo relatos de agências internacionais, e houve redução significativa no tráfego marítimo.

Grandes transportadoras suspenderam rotas pelo Golfo Pérsico, enquanto seguradoras aumentaram prêmios de risco de guerra para embarcações na área.

O xadrez de Hormuz

O estreito de Hormuz é responsável pelo escoamento de cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente. Qualquer bloqueio efetivo pode afetar exportações de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Iraque e do próprio Irã, ampliando o choque de oferta.

A Opep+ anunciou aumento de produção a partir de abril, mas, segundo analistas ouvidos pela Reuters, o volume adicional é insuficiente para compensar uma eventual interrupção relevante no fluxo.

Para o Brasil, exportador relevante de petróleo, preços mais altos podem fortalecer receitas externas no curto prazo — em 2025, o país exportou cerca de US$ 44,5 bilhões na commodity. O efeito colateral, porém, é a pressão inflacionária global, que pode atrasar cortes de juros em economias desenvolvidas.

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Com a morte de Khamenei, o conflito deixa de ser apenas diplomático e assume contornos estratégicos mais amplos.

No mercado, a leitura é direta: o petróleo voltou a incorporar um prêmio elevado de risco geopolítico — e o estreito de Hormuz tornou-se o principal termômetro da tensão global.

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