A educação executiva no Brasil atravessou uma inflexão relevante em um ambiente empresarial mais complexo e menos tolerante a erros. O país soma mais de 21 milhões de empresas ativas, sendo cerca de 99% pequenos e médios negócios, responsáveis por mais de 50% dos empregos formais e altamente dependentes da qualidade das decisões estratégicas de seus líderes. Esse quadro se agravou com custo de capital elevado, crédito mais seletivo e margens pressionadas, em um contexto no qual a inadimplência empresarial atinge milhões de CNPJs e o endividamento corporativo permanece elevado.
Ao mesmo tempo, a permanência dos executivos no topo encurtou, com mais de 40% dos CEOs deixando o cargo antes de 5 anos, reflexo da cobrança por resultados consistentes, governança e adaptação a ciclos adversos. Não por acaso, o mercado de educação corporativa e executiva cresceu acima de 30% nos últimos anos, impulsionado pela demanda por formações mais práticas, orientadas à gestão financeira, tomada de decisão sob pressão, preservação de caixa e geração de valor sustentável em cenários de alta incerteza regulatória, tecnológica e econômica.
Nesse ambiente de maior complexidade e exigência, o mercado passou a demandar soluções educacionais mais conectadas à realidade das empresas e à tomada de decisão no mais alto nível. Foi nesse contexto que a PIB The New College foi inaugurada no Brasil como uma graduação, nota máxima no MEC, com foco direto na formação de lideranças estratégicas, estruturada para ir além dos modelos tradicionais de ensino executivo e responder às pressões concretas do ambiente econômico atual.
A proposta surgiu em um momento em que capital estava caro, o crédito era seletivo e a margem de erro havia diminuído de forma significativa, exigindo preparo técnico, visão sistêmica e capacidade de execução. “A formação de líderes ficou defasada em relação ao que o mercado exige hoje. O CEO precisa dominar estratégia, finanças, pessoas e risco ao mesmo tempo, tomando decisões reais sob pressão real”, afirma Theo Braga, idealizador da PIB. Segundo ele, a criação da faculdade nasceu justamente para preencher essa lacuna, conectando educação, prática e responsabilidade empresarial em um momento em que a qualidade da liderança se consolidou como um dos principais diferenciais competitivos das empresas brasileiras.
Ao se posicionar nesse novo ciclo, a PIB apostou em um modelo de formação que tratou a educação executiva como infraestrutura crítica para a sobrevivência e o crescimento das empresas, e não como um complemento acadêmico. A proposta é formar líderes capazes de operar em ambientes de restrição, lidar com risco, alocar capital com disciplina e tomar decisões que preservem valor no curto prazo sem comprometer o futuro do negócio. Para Mohamad Abou Wadi, sócio da PIB The New College, o momento não permitia improviso.“O que estamos vendo no ambiente empresarial brasileiro é uma mudança estrutural na forma como liderança é cobrada e medida. O erro ficou mais caro, o capital mais seletivo e a margem de improviso praticamente desapareceu.
Formar CEOs hoje exige muito mais do que teoria de gestão, exige preparo técnico, somado a uma experiência e vivência prática, leitura estratégica de cenário, capacidade de alocar capital com disciplina e tomar decisões sob pressão real. A PIB nasce justamente para responder a esse novo padrão de exigência, conectando educação, prática e responsabilidade em um momento em que a qualidade da decisão se tornou o principal diferencial competitivo das empresas”, afirma. A inauguração da instituição ocorreu em 23 de fevereiro de 2026, na Vila Olímpia, em São Paulo, marcando oficialmente sua entrada no mercado brasileiro de educação executiva.


