A Kawasaki Ninja 300 permanece viva no imaginário e nas ruas brasileiras, consolidando-se como a rainha do mercado de usados para quem busca a primeira moto carenada. Seu design agressivo, inspirado nas irmãs maiores de pista, faz com que ela pareça muito mais potente do que realmente é. Em 2026, ela continua sendo a opção mais acessível para quem deseja entrar no mundo das motos esportivas com estilo.
A resposta está no custo-benefício imbatível que o modelo oferece atualmente. Comprar uma esportiva zero quilômetro exige um investimento altíssimo, e a Ninja 300 preenche essa lacuna oferecendo desempenho de 39 cv por um preço competitivo. Para o jovem que sonha em ter uma moto verde limão na garagem, ela representa a realização possível desse desejo.
Além disso, a confiabilidade mecânica da Kawasaki se provou ao longo do tempo, com motores bem cuidados passando dos 100 mil quilômetros. A comunidade de donos é gigantesca, o que facilita encontrar peças de reposição paralelas de qualidade e dicas de manutenção, mantendo o modelo rodando perfeitamente.
Esportiva usada da Kawasaki mantém alta procura ao unir desempenho sólido e custo reduzido Kawasaki Ninja 300 – Créditos: depositphotos.com / astanin.photo
A moto possui uma dupla personalidade interessante: dócil em baixas rotações e agressiva em altas. Quando o conta-giros sobe, o motor bicilíndrico acorda e entrega uma aceleração empolgante, atingindo velocidades finais próximas a 170 km/h (no painel), o que permite viagens tranquilas em rodovias.
Compare a Ninja 300 com uma utilitária comum:
| Característica | Kawasaki Ninja 300 | Motos 250/300cc (Monocilíndricas) |
|---|---|---|
| Motor | 2 Cilindros (Bicilíndrico) | 1 Cilindro |
| Potência | 39 cv | ~24 cv |
| Refrigeração | Líquida | Ar/Óleo |
Como se trata de uma moto esportiva, muitos donos anteriores podem ter exigido demais do motor ou negligenciado a manutenção básica. Ao avaliar uma unidade usada, verifique o estado da carenagem (ralados indicam quedas), o desgaste dos discos de freio e se há fumaça no escapamento em altas rotações.
Fique atento aos itens críticos:
Cuidados simples e manutenção regular evitam gastos altos e preservam o desempenho do carro Créditos: depositphotos.com / artursz
Sim, desde que o piloto tenha responsabilidade e consciência. Ela perdoa alguns erros, mas anda muito mais que uma moto de autoescola. A posição de pilotagem é levemente curvada, mas não cansa tanto quanto uma superesportiva radical, permitindo o uso diário sem destruir as costas do condutor.
A Kawasaki Ninja 300 oferece o status, o som e a emoção de uma moto de pista por um valor que cabe no bolso. Ela serve como uma verdadeira escola de pilotagem, ensinando o condutor a traçar curvas e controlar o motor antes de migrar para cilindradas maiores.
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