A Yamaha NMAX 160 não brinca em serviço quando o assunto é tecnologia e segurança. Enquanto rivais ainda economizam em itens básicos, ela joga as cartas na mesa com freios ABS nas duas rodas de série e um sistema que conecta a moto ao seu celular, provando que é a escolha certa para quem busca mais do que apenas um meio de transporte barato.
Diferente de firulas que você nunca usa, o sistema Yamaha Motorcycle Connect é realmente funcional para quem vive na correria. Ele pareia a scooter com seu smartphone via Bluetooth e avisa no painel se você recebeu chamadas ou mensagens, o que é ótimo para motoboys ou quem não pode ficar desconectado.
Pelo aplicativo, você também monitora a saúde da bateria e do óleo do motor, além de conferir onde estacionou a moto pela última vez. É um pacote de conveniência que fideliza o dono, transformando o celular em uma extensão do painel da moto.
Scooter Yamaha NMAX 160 preta em ambiente urbano com freios ABS aparentes
Essa é a dúvida de um milhão de reais. A Honda PCX 160 foca no conforto extremo, enquanto a NMAX aposta na esportividade e segurança. Veja o comparativo direto para decidir qual combina com você:
| Quesito | Yamaha NMAX 160 | Honda PCX 160 (ABS) |
|---|---|---|
| Freios | ABS nas duas rodas (Série) | ABS só na frente (1 canal) |
| Suspensão Traseira | Ajustável manualmente | Fixa (Mais macia) |
| Tanque | 7,1 Litros | 8,0 Litros |
| Pneus | Aro 13 (Mais ágil) | Aro 14/13 (Mais estável) |
A NMAX ganha pontos preciosos por oferecer ABS de canal duplo em todas as versões, algo crucial para não travar a roda traseira em dias de chuva. Já a PCX leva a melhor na autonomia, graças ao tanque maior.
A Yamaha melhorou, mas não fez milagre. A suspensão traseira agora possui ajuste manual de pré-carga, permitindo que você deixe a mola mais “mole” ou “dura” sem precisar de ferramentas. Isso ajuda, mas ela continua sendo uma scooter de batida seca.
Se a sua cidade tem ruas de paralelepípedo ou muitos buracos, você vai sentir mais os impactos na coluna do que sentiria na concorrente da Honda. Em compensação, essa rigidez deixa a NMAX muito mais estável e divertida de pilotar em curvas e avenidas lisas.
O motor com tecnologia VVA (Comando de Válvulas Variável) é a joia dessa scooter. Ele funciona como dois motores em um: econômico em baixa rotação e “apimentado” em alta. Quando você acelera forte, o sistema altera o tempo de abertura das válvulas e a moto ganha um fôlego extra.
Isso permite manter 100 km/h ou até 110 km/h com certa tranquilidade em rodovias curtas. Não é uma moto de viagem, mas encara a Linha Amarela ou a Marginal Pinheiros sem te deixar passando sufoco entre os caminhões.
Scooter Yamaha NMAX 160 preta em ambiente urbano com freios ABS aparentes
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Nenhuma máquina é perfeita, e a NMAX tem seus segredos. O principal ponto de atenção relatado por donos é o sistema de Start & Stop que, se usado em excesso em trajetos muito curtos, pode drenar a bateria precocemente.
Outro detalhe é o coxim do motor, que sofre com a buraqueira brasileira e pode apresentar desgaste, gerando vibração excessiva. Manter a manutenção preventiva em dia e usar peças originais é a regra de ouro para que ela dure tanto quanto uma CG 160.
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