Com mais de 30 km de trecho urbano intenso, a Rodovia Castelo Branco (SP-280) é o principal vetor de crescimento da zona oeste da Grande São Paulo. Ela conecta a capital a regiões industriais e comerciais vitais, como Osasco e Barueri, funcionando como uma verdadeira avenida expressa para milhões de trabalhadores.
A Castelo Branco não serve apenas para viagens de lazer; ela é uma ferramenta de trabalho. A construção dessa rodovia permitiu o surgimento de bairros planejados como Alphaville e atraiu centenas de sedes de empresas multinacionais para fora do centro expandido de São Paulo.
O fluxo diário de cargas e fretados é imenso, pois a rodovia alimenta os parques logísticos e galpões que abastecem o comércio eletrônico brasileiro. Sem essa ligação rápida e de pistas largas, o desenvolvimento econômico de cidades vizinhas à capital teria sido muito mais lento.
Fluxo intenso de veículos nas pistas expressas da Rodovia Castelo Branco
Diferente de estradas comuns, o início da Castelo Branco possui um sistema complexo de pistas expressas e marginais. Isso separa o trânsito de quem vai viajar longas distâncias daquele tráfego local, de quem trabalha nas cidades dormitório da região metropolitana.
A tabela a seguir detalha a divisão funcional desse sistema viário:
| Tipo de Pista | Velocidade Limite | Finalidade Principal |
|---|---|---|
| Expressa Central | 100 a 120 km/h | Viagens longas e acesso rápido ao interior |
| Pista Marginal | 70 a 90 km/h | Acesso aos bairros, indústrias e saídas locais |
| Faixas de Aceleração | Variável | Entrada e saída segura dos veículos |
Ao percorrer os primeiros quilômetros da rodovia, o motorista atravessa municípios que deixaram de ser apenas dormitórios para se tornarem potências do PIB nacional. A facilidade logística transformou a região em um ímã para investimentos de alta tecnologia.
Os principais polos conectados pela via no trecho metropolitano são:
Fluxo intenso de veículos nas pistas expressas da Rodovia Castelo Branco
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O sucesso da rodovia trouxe também o desafio dos congestionamentos. Nos horários de pico, a mistura de caminhões pesados com o transporte individual e linhas de ônibus fretados satura até mesmo as quatro ou cinco faixas disponíveis em cada sentido.
Para mitigar isso, obras constantes de ampliação e a criação de novas vias marginais tentam dar vazão ao volume de veículos. A Castelo Branco segue sendo, portanto, um termômetro da economia paulista: quando ela está cheia e movimentada, é sinal de que a produção e o serviço na metrópole estão a todo vapor.
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