Presidente não vai ao jogo, mas diz que é por causa da distância; partida será na CalifórniaPresidente não vai ao jogo, mas diz que é por causa da distância; partida será na Califórnia

Péssimo, diz Trump sobre Bad Bunny e Green Day no Super Bowl

2026/01/26 20:41

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), criticou a escolha de Bad Bunny e Green Day como atrações musicais do Super Bowl 60, que será disputado em 8 de fevereiro no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. New England Patriots e Seattle Seahawks disputam o título da NFL.

Ao comentar as escolhas pelo cantor porto-riquenho e a banda de rock, o presidente afirmou ser contra os 2 artistas. “Sou contra eles. Acho que é uma escolha péssima. Tudo o que isso faz é semear ódio. Péssimo”, declarou ao New York Post.

Trump confirmou que não vai ao jogo. Disse que a ausência não tem a ver com as escolhas musicais, mas argumentou que se fosse mais perto, iria. A Califórnia fica na costa oeste, enquanto Washington está no leste do país, a cerca de 4.000 km de distância.

A presença de Bad Bunny no evento já tinha provocado reação política nos Estados Unidos. Depois de o cantor ser anunciado como atração do intervalo, ele participou do programa “Saturday Night Live” e fez o seu monólogo quase todo em inglês, mas disse algumas palavras em espanhol para expressar a sua empolgação para atuar na final da NFL (National Football League, principal liga de futebol americano do mundo).

Em seguida, já em inglês novamente, disse que aqueles que não entenderam têm até o dia do Super Bowl para aprender espanhol.

A deputada Marjorie Taylor Greene (Partido Republicano) disse que tinha apresentado uma proposta para tornar o inglês a única língua oficial do país, em resposta direta à escolha do artista.

O Green Day, nome escalado para a cerimônia de abertura, mantém histórico de confronto com governos do Partido Republicano. Um dos principais sucessos da banda, “American Idiot”, do álbum homônimo lançado em 2004, foi composto como crítica direta ao então presidente George W. Bush, no contexto da guerra do Iraque e da política externa dos Estados Unidos naquele período.

Em agosto, o vocalista Billie Joe Armstrong voltou a citar a música ao comentar o cenário político atual. Ele disse que “American Idiot” é ainda mais verdadeira sob Donald Trump e chamou o presidente de “um completo idiota”.

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