Ibovespa renova máxima aos 165 mil pontos apesar da queda da Petrobras (PETR4)O Ibovespa fechou pelo segundo dia consecutivo acima dos 165 mil pontos nesta quinIbovespa renova máxima aos 165 mil pontos apesar da queda da Petrobras (PETR4)O Ibovespa fechou pelo segundo dia consecutivo acima dos 165 mil pontos nesta quin

Ibovespa renova máxima aos 165 mil pontos apesar da queda da Petrobras (PETR4)

2026/01/16 06:12

Ibovespa renova máxima aos 165 mil pontos apesar da queda da Petrobras (PETR4)

O Ibovespa fechou pelo segundo dia consecutivo acima dos 165 mil pontos nesta quinta-feira (15), renovando novamente sua máxima histórica de fechamento, mesmo com a queda das ações da Petrobras (PETR4). O principal índice da B3 avançou 0,26%, aos 165.568,32 pontos, após tocar pela primeira vez a marca dos 166 mil pontos ao longo do pregão. Entre a mínima e a máxima, o índice oscilou de 164.832,53 a 166.069,94 pontos, com volume financeiro de R$ 27,8 bilhões.

Na semana, o Ibovespa acumula alta de 1,35% e, no mês, avança 2,76%, mantendo a trajetória positiva mesmo com maior seletividade setorial. O novo recorde ocorreu apesar do sinal negativo das ações da Petrobras, que recuaram 1,02% na ON e 0,63% na PN, em meio à forte correção dos preços do petróleo no mercado internacional.

Os contratos futuros do Brent e do WTI caíram mais de 4% em Londres e Nova York, após o recuo dos Estados Unidos em relação a uma possível intervenção militar direta no Irã. Ainda assim, as ações da estatal conseguiram se distanciar das perdas mais intensas da commodity, limitando o impacto negativo sobre o índice.

O setor financeiro ajudou a sustentar o Ibovespa do meio para o fim da tarde, apesar do desempenho misto entre os bancos. Bradesco se destacou, com alta de 1,58% na ON e 2,05% na PN, enquanto Santander Unit (-2,47%) e Banco do Brasil ON (-0,19%) encerraram no campo negativo. Já a Vale ON, principal papel do índice, chegou a dar impulso ao Ibovespa durante a tarde, mas fechou com leve baixa de 0,09%.

Entre as maiores altas do dia figuraram Vamos (+7,61%), Magazine Luiza (+4,05%) e Multiplan (+2,83%). Na ponta oposta, os destaques negativos ficaram com Smart Fit (-8,17%), Vivara (-6,56%) e C&A (-5,15%).

No noticiário doméstico, a liquidação extrajudicial da Reag e da corretora Advanced não gerou estresse relevante. Para Luciano Rostagno, estrategista-chefe da EPS Investimentos, o episódio reforça a atuação técnica do Banco Central, embora decisões de outros órgãos, como STF e TCU, ainda gerem ruído no mercado. Já Gabriel Mollo, da Daycoval Corretora, observa que dados de auxílio-desemprego nos EUA abaixo do esperado trouxeram alguma incerteza sobre os juros americanos, ainda que a economia siga resiliente.

Cotação do dólar hoje

O dólar spot encerrou o dia em queda de 0,61%, cotado a R$ 5,3681, beneficiado pelo fluxo para ativos de risco no Brasil e pelo diferencial de juros doméstico, mesmo com a leve firmeza da moeda americana no exterior.

Em Nova York, os índices fecharam em alta:

  • Dow Jones: +0,60%

  • S&P 500: +0,26%

  • Nasdaq: +0,25%

Com apoio pontual do setor financeiro e de ações ligadas ao consumo doméstico, o Ibovespa conseguiu renovar máximas históricas mesmo em um dia de correção das commodities, mantendo o viés positivo neste início de ano.

Com Estadão Conteúdo

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